Papai Noel...Santa Claus...Saint
Nicholas...Père Noel...Sinterklaas…Kris Krigle…
Na verdade, estas figuras representam a mesma
pessoa. A diversidade de nomes deve-se à maneira com que cada povo, ao longo da
História, acostumou a chamar esse simpático e rosado velhinho de barbas brancas
que, especialmente para as crianças, é sinônimo de Natal. Ao contrário do que
se possa crer, Papai Noel, como esse personagem é conhecido no Brasil, não é
uma criação comercial. Sua origem se perde no tempo e, para muitos, não passa
de uma imagem legendária, produto do imaginário popular. Há, porém, os que
vinculam a figura de Papai Noel à do bispo São Nicolau, que viveu na cidade de
Mira, na Ásia Menor, no século 4. “Atribuíram a ele vários milagres, mas o que
marcou definitivamente foi sua bondade e a prática de distribuir presentes
entre as crianças da região”.
Nasceu daí uma devoção que se espalhou na Idade
Média por toda Europa, originando a figura estilizada de Papai Noel, que toda
madrugada do dia 25 de dezembro entra sorrateiramente nas casas, carregando um
enorme saco às costas, para depositar sob a árvore de Natal presentes às
crianças que se comportaram bem durante o ano. Há países como a Polônia em que
os presentes são distribuídos às crianças no dia 6 de dezembro, data do
nascimento de São Nicolau.
A primeira vez em que se mencionou a figura de
Papai Noel foi no livro Uma Visita de São Nicolau escrito em 1823, pelo dramaturgo
inglês Clement Moore”. Na obra retratava-se a figura de um velhinho que vivia
andando num trenó, puxado por renas. Esse ambiente de inverno acrescido do fato
de São Nicolau ser visto apenas no período natalino, deu origem à idéia de que
ele deveria viver numa região muito distante e isolada do planeta. Daí a
escolha do Pólo Norte como sua morada. Foram os Irlandeses que agregaram a essa
figura entes pagãos, como os gnomos, transformando-os em ajudantes de Papai
Noel na fabricação dos brinquedos a ser distribuídos nas comemorações do Natal.
Em 1866, o cartunista norte-americano Thomas
Nast resolveu dar formas ao personagem relatado no livro de Moore e desenhou,
no Harper’s Weekly, um velhinho bonachão, de barbas brancas, muito semelhante
ao estereótipo do vovô bondoso, que acabou se transformando na figura oficial
de Papai Noel. As roupas vermelhas só foram acrescentadas no início do século
XX por meio de uma campanha publicitária feita no rótulo de uma grande marca de
refrigerante conhecida mundialmente.
- Mas o verdadeiro Papai Noel é aquele que ama a
Cristo de todo seu coração e dá presentes em nome Dele, e agradece aos céus
pelas oferendas recebidas. Que tenha o bom senso do amor, do dar, e do cuidar
dos outros, assim como Cristo fazia.
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